quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

METTA - Movimento Escola de Tradições Thai em Artes de Bem- viver



MASSAGEM THAI YOGA E PRÁTICAS DE YOGA A DOIS OU MAIS PARTICIPANTES

Ótima e completa ferramenta terapeutica de auto-conhecimento e cura. Terapia não verbal. É ministrado com ritmo, movimento e leveza!



Escola Metta, Coletivo Planthai e Espaço Zen.. Patia com todos seus "personagens", D. Rata Yoguine,Mr. Pretzel, Cacau com Gengibre, turmas de várias tribos e todas ficando jovens a cada mais tempo, com todas as possibilidades das artes Thai´s!

Delícias a cada momento, sempre praticada a dois ou mais participantes, convidam para : vivências curativas, oficinas do movimento, atendimentos e práticas, cursos e aprendizados.



Para conhecer os profissionais, locais de atividades, agenda de eventos e contato com a cultura thai e seus representates aqui e agora... procure no http://www.cacaucomgengibre.blogspot.com/; http://www.massagemthai.com.br/ e http://www.thaiyoga.art.br/, vai encontrar a mim em profissionais e uma tribo de gente de primeira linha e praticantes de  compaixão e amorosidade competente e infinita, alegria contagiante, equanimidade e sabedoria, práticas de Naturopatia, Alimentação com Energia Vital, Corporeidade  e Meditação Ativa e muita Complexidade de Artes Curativas e Práticas Meditativas.

Sejam bem-vindos a vivênciar conosco a THAI YOGA MASSAGEM  e o CONCEITO CONFORT LIFE e demais cuidados curativos das nossas práticas vigorosas e especiais do grande  e variado cardápio de: spas detox, com cardápios fixos e personalizados; atendimentos coletivos e individuais; nas clínicas, na sua empresa, nas escolas, lares e consultórios médicos, estéticos; em hotéis, academias e spas.

A Massagem Thai é uma prática de meditação induzida e ativa que leva aos praticantes a integrar corpo e mente através da condução de toques sutis e precisos, graça e movimento, respiração conciente e profunda, ambientado no chão á propósito da técnica, é bastante interessante e instigante, bem diferente do "que se espera" de uma massagem tradicional
É muito curativa.
Como Terapia Corporal Integrativa, proporciona : condicionamento físico e respiratório, bem-estar e ajuste do ritmo espaço-sensorial, trabalhando também a psicomotricidade e sistema endócrino. 
É praticado com roupas leves e confortáveis.

Seus efeitos são percebidos desde a estrutura óssea até os os planos enrgéticos mais profundos e sutis.
Acalma o Sistema Nervoso Central e ativa a Circulação Sanguínea: periférica e profunda; além de estimular o Sistema Imunológico, promovendo uma Drenagem Linfática Sistêmica total. Alivia dores e tensões trabalhando a musculatura, articulações e tendões, espandindo movimentos e modificando padrões posturais.

PRATICANTES EM GERAL: como ferramenta de bem-estar e manutenção da saúde.
TERAPEUTAS: como especialização em Massagem Terapeutica
ATORES, DANÇARINOS e ATLETAS: como complemento do trabalho corporal
CASAIS, AMIGOS E PARCEIROS: harmonização e contato saudável, dar e receber toque com conforto amoroso. 

Cláudia Barra (Facebook) - caubarra2@gmail.com -  SP - envie  torpedo com identificação para contato posterior nos celulares   Claro 9. 9302-8737 e  Tim 9.8710-3116



























segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Pelos caminhos do Coração

Desde sempre me levam a lembranças, calor no coração ...












Ele veio sobre os dedos dos pés
Convidando a dançar
Chegou por trás de mim com as mãos
em meus ombros
como quem vai abraçar
os dedos circularam meu corpo
como quem vai me amar
um suspiro rápido e profundo já saboreando gozar.

Entrega agora ao rosto tão familiar
de dias, semanas, meses, anos...
jamais esquecido
seus olhos brilhando certezas e verdades
como se fosse...
Todo o sonho que provocara
sempre a minha felicidade.

Naqueles lábios tão decorados
aquele contorno de corpo nunca
apagado...
teu brilho no rosto
que me encanta
o conjunto do teu corpo
que me chama...

E o tempo passa a cada dia mais real/irreal
meu amor por aquele moço
tão especial...
Que aparece em meus sonhos
aterriza na madrugada
que provoca minhas insônias
e minha saudade amordaçada...

O amor é isso e hoje eu sei
Um sonho, um delírio, um grito
daqueles que já amaram e amam...
Mas nunca como eu amei...


poema de Carolia Moreira
título : Anjo Ponnográfico
livre adaptação minha,
POEMAS ENGAVETADOS, págs.101/102



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

DR> GARCIA da ORTA - Medicina Ayurveda e Herbologia 1499-1568


                                                                   Garcia da Orta


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                                                                      (1499 - 1568)

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Médico português e cristão-novo nascido em Castelo de Vide, autor do famoso livro Colóquios dos Simples e Drogas e Cousas Medicinais da Índia, escrito em latim e português e impresso em Goa (1563) como o terceiro livro a ser impresso na Índia portuguesa. Descendente dos judeus expulsos da Espanha (1492) e que se abrigaram em Portugal, fez parte daqueles que D. Manoel converte compulsoriamente ao cristianismo (1497), daí ficarem conhecidos como cristãos-novos, termo que já existia em Castela e Aragão. Os pais desse autor, Fernando (Isaac) da Orta e de Leonor Gomes, permanecem em Portugal e começam a fazer sua vida no novo país, enquanto que o filho, depois de terminar seus estudos gerais, seguiu para Salamanca e Alcalá de Henares, em Castela, onde estudou medicina. Ainda na universidade, interessa-se pelo estudo das plantas medicinais, dos animais e minérios com uso medicinal ou simplesmente daquelas novidades do mundo natural que nunca haviam sido relatadas. Retornou para Portugal (1523) e recebe a autorização para clinicar. Exerceu a medicina por algum tempo, conviveu com importantes figuras da intelectualidade portuguesa e ingressou como professor de Lógica na Universidade de Coimbra (1530), raças à influência de um tio, Francisco da Orta, médico do futuro cardeal D. Henrique. Quatro anos depois de se tornar um professor conceituado e querido, mas insatisfeito com a rotina e também pressionado pela descriminação contra os judeus, partiu para Goa, Índia portuguesa, junto com o amigo Martim Afonso de Souza, que havia voltado do Brasil e fora nomeado Vice-Rei da Índia. Nestas novas terras passou a residir junto com sua família em Goa, então sede do governo português na Índia, trabalhar como médico. Em Goa conheceu o trabalho dos médicos árabes e dos médicos hindus e tomou contato com conhecidas e novas doenças. Como médico participou da primeira autópsia realizada em Goa, por ocasião de uma epidemia de cólera (1543). Mas também é atraído pela grande variedade de plantas medicinais e comestíveis, de resinas, de secreções animais, de minérios. Uma inteira e nova Matéria Médica que era desconhecida dos europeus e, paralelamente a sua atividade de médico, passou a cultivar ervas medicinais para seus estudos e atuar no comércio de especiarias e pedras preciosas. Viajou pelo interior das possessões portuguesas na Índia e acompanhou expedições militares, chegando até o Ceilão. Coletando todas as informações possíveis, estudou a nomenclatura local das doenças e de seus remédios, comparando com o que conhecia na Europa e suas possíveis correlações. Infelizmente o Santo Ofício chegou a Goa (1560) comandado pelo desembargador da casa da suplicação e inquisidor de Goa, D. Aleixos Diaz. E assim, novamente perseguido por motivos religiosos, seus últimos anos de vida tornaram-se bastante atribulados, inclusive enfrentando dificuldades financeiras e querelas familiares. Pessoas de sua família são devassadas pela fúria inquisitorial, não só em Goa, como também em Portugal. Sua irmã, Catarina, foi levada à Catedral de Goa e sentenciada à morte na fogueira, acusada de professar o judaísmo. Amargurado e passando por extremas dificuldades, caiu gravemente enfermo e morreu em Goa. Mesma assim sua lembrança não teve sossego, pois foi condenado post-mortem pelo Tribunal do Santo Ofício, acusado pelo crime de judaísmo, e teve seus ossos desenterrados e queimados. Seu tratado das plantas medicinais da Índia constituiu o primeiro estudo sistemático nesta área, resultado de 36 anos da sua vida estudando as propriedades curativas das plantas e árvores asiáticas.




domingo, 5 de fevereiro de 2012

AMOR - Oriente X Ocidente ,as duas formas e lidar com a solidão individual e compartilhada


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É difícil amar pessoas reais, porque uma pessoa real, não irá cumprir suas expectativas. Ela não está aqui para cumprir as expectativas de qualquer outra pessoa. Ela tem que viver sua própria vida. E sempre que ela se move para algum lugar em desacordo com você ou não está em sintonia com seus sentimentos ou com suas emoções, torna-se difícil.



É muito fácil pensar sobre o amor, é muito difícil amar. É muito fácil amar o mundo inteiro, a verdadeira dificuldade é amar um único ser humano. É muito fácil amar a Deus ou à humanidade, o verdadeiro problema surge quando você se encontra com uma pessoa real e a encara. Para encará-la é preciso passar por uma grande mudança e um grande desafio.



É preciso entender que este é um problema real. Nada tem a ver com você pessoalmente. O problema está relacionado com todo o fenômeno do amor. Não o torne um problema pessoal, caso contrário, você se verá em dificuldades. Todos têm que enfrentar esse mesmo problema, uns mais outros menos. Eu nunca encontrei uma pessoa que não tenha dificuldade em amar. Tem alguma coisa a ver com o amor, com o mundo do amor. O próprio relacionamento traz muitas situações onde os problemas surgem, e é bom passar por eles.



No Oriente as pessoas escaparam dos relacionamentos, simplesmente por perceberem suas dificuldades. Eles começaram a negar seu amor, rejeitando-o. Tornaram-se sem amor e chamaram a isto de não-apego.



Por eles terem se tornado amortecidos, o amor quase desapareceu e só a meditação permaneceu. Meditação para eles significa que você está se sentindo bem na sua solidão. Meditação para eles significa que você está se relacionando apenas consigo mesmo; seu círculo se completa com você mesmo, você não sai dele. É claro que noventa e nove por cento de seus problemas estarão resolvidos – mas a um custo muito grande. Você será menos problemático – o homem oriental é menos ansioso, menos tenso, quase vive na sua própria caverna interior, protegido, com os olhos fechados. Ele não permite que a sua energia se mova. Ele faz um curto-circuito… um movimento de energia dentro de seu pequeno ser e ele fica feliz. Mas sua felicidade é um pouco morta. Sua felicidade não é uma alegria.



Assim, no Oriente tentamos viver sem amor, renunciando ao mundo – que significa renunciar ao amor – renunciar à mulher, ao homem, e todas as possibilidades onde o amor possa florescer.



No Ocidente aconteceu justamente o oposto, as pessoas tentaram encontrar a felicidade através do amor e elas criaram muitas dificuldades para si. Elas perderam todo o contato consigo mesmas. Elas se mudaram para longe de si mesmas e não sabem como voltar.



Elas não sabem onde está o caminho, onde está sua casa. Então, elas se sentem sem valor, sem-teto, e elas vão fazendo mais e mais esforços para amar uma tal mulher ou um tal homem – heterossexual ou homossexual. Elas tentam de todas as maneiras e, novamente, sentem-se vazias, porque o amor sozinho pode dar felicidade, mas não trará o silêncio que nele existe.



E quando há felicidade e não há silêncio, mais uma vez algo está faltando. Quando você estiver feliz sem silêncio, a sua felicidade será como uma febre – muita excitação… muito barulho para nada. Esse estado febril criará muita tensão em você mas nada irá acontecer, por você estar correndo, perseguindo os desejos. E um dia você perceberá que todo o esforço foi sem fundamento, porque você tem tentado encontrar o outro sem ter encontrado a si mesmo.



Ambas as maneiras têm falhado. O Oriente falhou porque tentou a meditação sem amor. O Ocidente falhou porque tentou amor sem meditação. Todo o meu esforço é dar s você uma síntese do todo – o que significa meditação com amor. A pessoa deve ser capaz de ser feliz sozinha e deve também ser capaz de ser feliz com os outros.



A meditação deve ser um abrigo interior, um santuário interior. Sempre que você sente que o mundo é demais para você, você pode mover-se em seu santuário. Você pode ter um banho em seu ser interior. Você pode rejuvenescer. Você pode sair ressuscitado, novamente vivo, fresco, jovem, renovado… para viver, para ser. Mas, você também deve ser capaz de amar as pessoas e enfrentar problemas, porque um silêncio que é impotente e não pode enfrentar problemas não é um silêncio pleno, não é de muito valor.



Só o silêncio que pode enfrentar problemas e permanecer em silêncio é algo a ser almejado, a se desejar. Então, duas coisas que eu gostaria de dizer: comece a praticar meditação; primeiro porque é sempre bom começar a partir do próprio centro de seu ser, que é a meditação. Mas nunca ficar preso nele. A meditação deve mover-se em flor, desdobrar e se tornar amor.



A segunda coisa, é participar de alguns grupos de terapia. E não se preocupe… não torne isto um problema – não é. É simplesmente humano, é natural. Todo mundo tem medo – tem que ter. A vida é tal que os medos têm que existir. E as pessoas que se tornam sem medo, se tornam não porque se tornaram corajosas – porque um homem corajoso só tem reprimido o seu medo, ele não é realmente destemido.



Um homem torna-se sem medo, aceitando seus medos. Não é uma questão de coragem, mas olhar para os fatos da vida e perceber que esses medos são naturais. Quando são aceitos. O problema surge porque você quer rejeitá-los. Você tem sido ensinado com ideias muito egoístas – “Seja corajoso”. Que absurdo! Tolos! Como pode um homem inteligente evitar medos? Se você é estúpido, você não terá qualquer receio.



Portanto, quando digo que você se livrará de seu medo, não quero dizer que não haverá temores na vida. Você vai saber que noventa por cento dos seus medos são apenas imaginação. Dez por cento são reais e é preciso aceitá-los. Eu não torno as pessoas corajosas. Eu as torno mais responsáveis, sensíveis e alertas. E estar alerta é suficiente. Elas se tornam conscientes de que elas podem usar seus medos também como trampolins. Então não se preocupem.
OSHO.