quinta-feira, 28 de maio de 2015

Xarope estimulador da imunidade

Com a imunidade baixa, o organismo fica vulnerável a germes, vírus, bactérias, vermes e parasitas.

Esse fortalecimento normalmente é obtido com estilo de vida e alimentação saudáveis.

Às vezes, porém, é necessário o uso de um estimulante imunitário.

E é aí que entra este xarope estimulador da imunidade.

No mercado você encontra drogas que elevam as defesas do corpo.

Mas este xarope tem muitas vantagens em relação a essas drogas.

A primeira delas é o fato de ser 100% natural.

Outra grande vantagem é não ter contraindicações.

E a maior de todas: ele realmente  estimula a imunidade.

Não dá nem para duvidar disso, pois é inegável o poder de uma fórmula que contém alho, canela, equinácea, gengibre, pimenta-vermelha, tomilho e tanchagem.

Todos esses ingredientes são comprovadamente - por estudos e pesquisas - potentes estimuladores da imunidade.


Apenas o uso de um deles já reforça as defesas do organismo.

Mas a reunião deles neste xarope é simplesmente perfeita e resulta num ótimo exemplo da eficácia da medicina caseira.

Anote a receita:

INGREDIENTES

20 g de tomilho

20 g de tanchagem

20 g de equinácea

10 g de gengibre ralado

3 dentes de alho amassados

1 pedaço de canela em pau

1 pimenta-vermelha picada

400 mL de vodca de boa qualida

100 mL de mel

MODO DE PREPARO

Lave bem as ervas.

Coloque todos os ingredientes (menos o mel e a vodca) em um pote de vidro com tampa.

Adicione a vodca, feche bem, agite e cole uma etiqueta com o nome dos ingredientes e a data do preparo.

Mantenha em local escuro e agite pelo menos uma vez por dia durante três semanas.

Coe a mistura e adicione o mel.

Mexa com cuidado para que o xarope fique bem homogêneo.

Ponha o líquido de volta ao pote de vidro etiquetado.

Feche bem esse pote.

Tome 1 colher (chá) duas ou três vezes por dia ou até 6 colheres no início de uma gripe ou infecção.

O xarope tem validade de nove meses se conservado em local seco e fresco.
: http://www.curapelanatureza.com.br

quarta-feira, 27 de maio de 2015

O lado obscuro das vacinas

Hoje irei simplesmente reproduzir uma seqüência de  três artigos que reuni a respeito de um tema extremamente controverso e cheio de “mistérios”. Já que tenho a minha própria opinião e é muito segura no que tange o assunto Vacinas, prefiro desta vez não emitir opinião e somente fazer com que vocês possam ter acesso ao “outro lado da moeda”. Um lado obscuro, mas que independente disto, não pode simplesmente ser escondido, ocultado do conhecimento de vocês. Ao final, você poderá avaliar e tirar as suas conclusões.
Começo com uma reportagem sobre um estudo recente publicado por um médico da Johns Hopkins de Nova Iorque, onde também há trechos da entrevista com um dos médicos mais brilhantes do mundo, Dr. Blaylock:
Um cientista da Universidade Johns Hopkins emitiu um estarrecedor relatório sobre vacinas da gripe no British Medical Journal (BMJ). Peter Doshi, Ph.D., acusa que embora as vacinas estejam sendo empurradas para o público em números sem precedentes, elas são menos eficazes e causam mais efeitos colaterais do que é alegado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC). Além disso, diz Doshi, os estudos que fundamentam a política do CDC de incentivar a maioria das pessoas para receber anualmente a vacina contra a gripe são muitas vezes estudos de baixa qualidade que não comprovam as alegações oficiais.
A promoção das vacinas contra a gripe é uma das políticas de saúde pública mais visíveis e agressivas nos Estados Unidos, diz Doshi, do Johns Hopkins School of Medicine. As empresas farmacêuticas e funcionários públicos pressionam para vacinação generalizada a cada outono, oferecendo vacinas em farmácias e supermercados. Os resultados têm sido fenomenais. Apenas 20 anos atrás, 32 milhões de doses de vacina contra a gripe estavam disponíveis nos Estados Unidos em uma base anual. Hoje, o total disparou para 135 milhões de doses.
A vacina pode ser menos vantajosa e menos segura do que tem sido afirmado, e a ameaça da gripe parece ser exagerada“, disse Doshi. Políticas de vacinação obrigatória foram promulgadas, muitas vezes em serviços de saúde, obrigando algumas pessoas a tomar a vacina sob a ameaça de perder seus empregos.
A principal afirmação do CDC que alimenta o impulso para vacinas contra a gripe a cada ano é que a gripe vem com um risco de complicações graves que podem causar a morte, especialmente em idosos e pessoas que sofrem de doenças crônicas. Esse não é o caso, disse Doshi.
Ao ler atentamente, o CDC reconhece que os estudos que encontram qualquer redução percebida nas taxas de mortalidade podem ser devido ao “efeito do usuário saudável” – que é a tendência para as pessoas saudáveis serem mais vacinadas do que as pessoas menos saudáveis. O único estudo randomizado de vacina contra a gripe em idosos não encontrou nenhuma redução no número de mortes. “Isso significa que vacinas contra a gripe são aprovadas para uso em pessoas mais velhas, apesar da falta de testes clínicos sérios que demonstrem uma redução nas consequências graves“, diz Doshi.
Mesmo quando a vacina contém o tipo de gripe que é predominante, o que não acontece todos os anos, testes randomizados e controlados de adultos saudáveis descobriram que a vacinação dentre 33 e 100 pessoas resultou na diminuição de apenas UM CASO de influenza. Além disso, diz Doshi, não existe nenhuma evidência que mostre esta redução do risco da gripe para uma população específica, nos Estados Unidos entre adultos saudáveis, por exemplo, extrapola em qualquer redução do risco de complicações graves da gripe, tais como hospitalizações ou mortes entre os idosos.
Para a maioria das pessoas e possivelmente a maioria dos médicos, os funcionários só precisam reivindicar que as vacinas salvam vidas, e supõe-se que deve haver uma pesquisa sólida por trás dele“, diz Doshi. Infelizmente, esse não é o caso, diz ele.
Embora o CDC implica que as vacinas contra a gripe são seguras e não há necessidade de pesar os benefícios contra o risco, Doshi discorda. Ele aponta para um estudo australiano descobriu que uma em cada 110 crianças menores de cinco anos de idade teve convulsões, após a vacinação em 2009 para a gripe H1N1. Investigações adicionais verificaram que a vacina H1N1 também foi associada com um aumento nos casos de narcolepsia entre os adolescentes.
As preocupações de Doshi ecoam as do Dr. Russell Blaylock, um neurocirurgião e autor de “O Relatório de Bem-Estar Blaylock“, que levanta profundas preocupações sobre a segurança e eficácia da vacina contra a gripe.
Não é só a vacina não é segura, Dr. Blaylock diz à Newsmax Health, como também não funciona. “A vacina é completamente inútil, e o governo sabe disso”, diz ele. “Há três razões que o governo diz aos idosos porque eles devem receber vacinas contra a gripe: pneumonia secundária, hospitalização e morte. No entanto, um estudo realizado pelo grupo Cochrane estudou centenas de milhares de pessoas e descobriu que a vacina oferecia proteção zero para essas três coisas. Ela ofereceu pessoas em casas de repouso alguma imunidade contra a gripe – na melhor das hipóteses um terço – mas que foi somente se eles escolheram a vacina certa.
Um estudo divulgado em fevereiro descobriu que a vacina contra a gripe foi apenas 9 por cento eficaz na proteção de idosos contra a gripe mais virulenta da temporada 2012-2013.
O que é ainda pior é que as crianças pequenas que recebem a vacina contra a gripe não obtêm proteção contra a doença. “O governo também diz que todos os bebês com idade superior a seis meses devem receber a vacina, e eles sabem que ela contém uma dose de mercúrio, que é tóxica para o cérebro,” diz o Dr. Blaylock. “Eles também sabem que os estudos têm mostrado que a vacina da gripe tem ZERO eficácia em crianças menores de cinco anos.”
Para a maioria das pessoas, diz o Dr. Blaylock, as vacinas contra a gripe não previnem a gripe, mas na verdade aumentam as chances de pergar a gripe. O mercúrio contido nas vacinas é um forte depressor imunológico que a vacina contra a gripe suprime a imunidade por várias semanas. “Isso faz com que as pessoas altamente susceptíveis contraiam a gripe“, diz ele. “Eles podem até pensar que a vacina lhes deu a gripe, mas isso não é verdade – ela deprimiu seu sistema imunológico e em seguida eles pegaram a gripe.”
Mercúrio super-estimula o cérebro durante vários anos, diz Dr. Blaylock, e que esta ativação é a causa da doença de Alzheimer e outras doenças degenerativas. Um estudo descobriu que aqueles que recebem a vacina contra a gripe de três a cinco anos aumentam o risco da doença de Alzheimer em 10 (DEZ!!!) vezes.
Doshi afirma que a gripe é um caso de “mercantilização da doença”, em um esforço para expandir mercados. Ele aponta para o fato das mortes por gripe ter diminuido drasticamente durante o meio do século 20, muito antes das grandes campanhas de vacinação começarem no século 21.
Por que as empresas farmacêuticas colocam tanta pressão para a vacinação contra a gripe? “É tudo pelo dinheiro”, diz o Dr. Blaylock. “As vacinas são o sonho de toda empresa farmacêutica. Elas têm um produto que tanto o governo quanto a mídia vai ajudá-los a vender, e uma vez que as vacinas são protegidas legalmente, elas não podem ser processadas se alguém tiver uma complicação por causa da vacina.”
O artigo de Doshi “é um sopro de ar fresco“, diz o Dr. Blaylock. “Este artigo expõe em termos bem definidos e articulados o que tem sido conhecido por muito tempo – que a promoção da vacina contra a gripe é uma fraude”.
Aqui está a conclusão“, diz o Dr. Blaylock. “O grande número de pessoas que recebe a vacina contra a gripe não vai obter qualquer benefício, mas eles terão todos os riscos e complicações.
Esta segunda matéria segue a mesma linha de informações:
Um estudo recente realizado na Universidade de Minnesota (UM) sugere que não, tendo verificado que os dois grupos com maior risco de desenvolver complicações graves da gripe, os idosos e as crianças, têm pouco ou nenhum benefício ao tomar vacinas contra a gripe. Michael Osterholm do Centro da UM para a Pesquisa e Políticas de Doenças Infecciosas analisou mais de 12.000 estudos revisados (peer-reviewed), documentos, transcrições e notas que remontam à década de 1930, e descobriu que há muito poucas evidências sólidas de que a vacina contra a gripe fornece qualquer proteção real para a maioria das pessoas. A verdade é que aqueles com maior risco de sofrer da gripe são os que tem menor probabilidade de ter qualquer benefício das vacinas contra a gripe, especialmente porque cepas de gripe estão constantemente se transformando e se tornando mais virulentas.”Nós descobrimos que a proteção da vacina da gripe atual é substancialmente menor do que para a maioria das vacinas recomendadas e é sub-ótima”, disse Osterholm sobre os resultados. “Acreditamos que a vacina contra a gripe atual continuará a ter um papel na redução da morbidade da gripe, até que intervenções mais eficazes estejam disponíveis, mas não podemos mais aceitar o “status-quo” em relação à pesquisa e desenvolvimento de vacinas“.A pesquisa mostra que as vacinas contra a gripe são medicamente inúteis Mas o que, exatamente, é esse “papel” de que fala Osterholm? Se você considerar as conclusões de um estudo publicado em 2011 na revista The Lancet, apenas 1,5 de cada 100 adultos, na melhor das hipóteses, que recebem uma vacina contra a gripe vai evitar o desenvolvimento de gripe. Uma vez que apenas 2,7 em cada 100 adultos desenvolve a gripe além de obter uma vacina contra a gripe de qualquer maneira, os benefícios de obter uma vacina contra a gripe são estatisticamente insignificante, em outras palavras, de acordo com esse estudo em particular.Na opinião Osterholm, uma vacina contra a gripe deve ser idealmente entre 85 e 95 por cento eficaz em todos os grupos etários antes de ser considerada eficaz e útil. Isto significa que os tipos de vacinas contra a gripe atualmente administrados a centenas de milhões de americanos (e brasileiros) a cada ano são charlatanismo médico completo. E, no entanto, mesmo que as autoridades estão agora admitindo essa verdade inconveniente sobre vacinas contra a gripe, muitos ainda estão empurrando-o como a “melhor defesa disponíveis” contra a gripe, para citar as palavras da reportagem do KARE News 11, em Minneapolis, que recentemente cobriu o estudo de Osterholm.Se real proteção contra a gripe é algo que interessa a você, pode valer a pena considerar a suplementação com vitamina D3 durante os meses de inverno, quando a exposição a luz solar natural é limitada. Tomar vitaminas B, comer mais frutas e vegetais orgânicos, suplementando com alho, cogumelos medicinais, muito descanso todas as noites, e beber muita água purificada rica em minerais também são formas altamente eficazes para evitar a gripe de forma natural sem arriscar os efeitos colaterais potencialmente mortais da vacina da gripe.
VÍDEO DE MENINO QUE DESENVOLVEU DOENÇA APÓS VACINA:
Agora leiam esta última matéria interessante e intrigante:
Se você tem filhos, mais do que provavelmente você já está ciente dos calendários vacinais do Ministério da Saúde, que recomendam (ou requerem) o  assombroso número de 25 vacinas até os 6 anos, incluindo vacinação anual contra a gripe, outras 6 até os 19 anos, e mais 9 até o fim da vida adulta. Nota: no artigo original, que mostra a realidade do calendário vacinal nos EUA , os números são 29 vacinas até os 6 anos de idade, e 16 outras dos 7 aos 18 anos.Em um recente estudo investigativo elaborado pela Dra. Lucija Tomljenovic, Ph.D., descobriu mais de 30 anos de documentos governamentais ocultos expondo os calendários vacinais como sendo uma farsa completa, para não mencionar a fraude das próprias vacinas como proteção real contra doenças.Embora o estudo se concentre principalmente no elaborado acobertamento das verdades sujas pelo sistema de saúde britânico em seu programa de vacinação nacional, os princípios do resultados do estudo ainda se aplicam a outros programas de vacinação, que normalmente são projetados com o propósito de servir a interesses corporativos ao invés da saúde pública. As autoridades do governo, ao que parece, em uma tentativa de satisfazer os objetivos particulares da indústria de vacinas, deliberadamente escondem dos pais informações pertinentes sobre os perigos e a ineficácia das vacinas por parte, a fim de manter um alto índice de cumprimento de vacinação. E no processo, eles colocaram incontáveis milhões de crianças em risco deefeitos secundários graves e morte.Escondendo a verdade e cobrindo-se de dados para incentivar o cumprimento vacinaAtravés de várias solicitações de informações baseadas na Liberdade de Informação (FOIA), o Dr. Tomljenovic foi capaz de obter as transcrições de reuniões privadas que foram realizadas entre a Comissão Mista de Vacinação e Imunização (JCVI), o chamado “comitê consultivo independente de peritos”, que faz recomendações ao governo sobre a política de vacinas, e vários ministros da saúde britânicos ao longo dos anos. E depois de analisar esta enorme quantidade de informações,  anteriormente escondida da vista do público, o Dr. Tomljenovic fez algumas descobertas inquietantes.”O JCVI (Comissão Mista de Vacinação e Imunização) fez esforços contínuos para esconder dos pais e profissionais de saúde dados críticos sobre reações adversas graves e contra-indicações, a fim de alcançar as taxas de vacinação global que eles julgavam serem necessárias para a “imunidade de grupo”, um conceito que …  não se baseia em evidências científicas sólidas“, explica a Dra. Tomljenovic na introdução de seu estudo.”Documentos oficiais obtidos através do Departamento de Saúde do Reino Unido (DH) e do JCVI revelam que as autoridades de saúde britânicas têm se envolvido em tal prática nos últimos 30 anos, aparentemente com o único propósito de proteger o programa nacional de vacinação.“Estas são duras acusações, mas a informação recolhidas pela Dra. Tomljenovic falam por si. Não só a JCVI rotineiramente ignorou as questões de segurança, que apareciam com o calendário de vacinação sempre em expansão, mas o grupo ativamente censurou dados desfavoráveis que lançavam uma luz “negativa” sobre as vacinas, a fim de manter a ilusão de que as vacinas são seguras e eficazes. Além disso, o JCVI regularmente mentiu para o público e autoridades governamentais sobre a segurança da vacina, a fim de garantir que as pessoas continuassem a vacinar seus filhos.O JCVI estava plenamente consciente dos perigos da vacina tríplice viral (MMR) já em 1989, mas os encobriu.Começando na página três do seu relatório, a Dra. Tomljenovic começa descrevendo os detalhes sórdidos das reuniões realizadas desde 1981, onde o JCVI claramente se envolveu em fraude, acobertamento, e mentiras a cerca de vacinas para proteger a indústria de vacinas de danos, ao invés das crianças. Minutas destas reuniões revelam que o JCVI ativamente tentou encobrir efeitos colaterais graves associadas com as vacinas comuns como a do sarampo e da tosse convulsa (pertussis), ambas os quais estavam claramente associadas na época com graves danos cerebrais de uma substancial percentagem das crianças que as receberam.De particular interesse foi a forma como o JCVI manipulou dados desfavoráveis sobre a controversa vacina tríplice viral para o sarampo, caxumba e rubéola. Dez anos antes de o Dr. Andrew Wakefield publicar seu estudo sobre a vacina tríplice viral na revista The Lancet, o JCVI já estava plenamente consciente de que o Instituto Nacional de Padrões Biológicos e Controle (NIBSC) havia identificado uma clara ligação entre a tríplice viral e a meningite e encefalite induzidas pela vacina. Mas em vez de divulgar com esta informação e solicitar avaliações de segurança adicionais sobre a vacina, o JCVI censurou esta crítica informação do público, e por anos descaradamente mentiu sobre a segurança da vacina tríplice viral.”A extensão das preocupações do JCVI com as implicações da avaliação científica da segurança da vacina na política vacinal explica por que eles se opuseram a qualquer vigilância de longo prazo para graves distúrbios neurológicos após a vacinação”, escreve a Dra. Tomljenovic. Ao invés de reavaliar a política de vacinação, pelo menos até que as preocupações de segurança fossem totalmente avaliadas, a JCVI escolheu apoiar a política existente com base em evidências incompletas que estavam disponíveis na época.“Em outras palavras, o JCVI estava mais preocupado em proteger a reputação da perigosa vacina tríplice viral, assim como muitas outras vacinas questionáveis, do que proteger as crianças dos ferimentos graves, resultado dos potenciais efeitos adversos das vacinas. No que diz respeito a vacina tríplice viral, estas informações críticas não só reforçam a legitimidade das descobertas do Dr. Wakefield de 10 anos mais tarde, que foram ilegitimamente declaradas fraudulentas pelo estabelecimento médico, mas também ilustra o quão dolorosamente longo é o período que este golpe tem ocorrido.
Empresas de vacina pediram para manipular os dados e distorcer estudos de segurança para promover vacinas Se isso não for ruim o suficiente, a Dra. Tomljenovic também trabalhou em grandes quantidades de informações sobre o hábito de longa data do JCVI de incentivar as empresas de vacina a deliberadamente alterar seus dados, a fim de fazer com que vacinas perigosas e ineficazes parecessem seguras e eficazes, de acordo com as suas recomendações. Quando  as contra-indicações do JCVI sobre a MMR, por exemplo, não coincidiam com as do fabricante da vacina, JCVI aparentemente instruia o fabricante a alterar suas folhas de dados para evitar “problemas legais”. Da mesma forma, a política oficial da JCVI era de escolher a dedo estudos não confiáveis para apoiar suas próprias opiniões sobre as vacinas, em vez de confiar em estudos independentes e cientificamente sólidos para fazer recomendações de política de vacinas. Mais uma vez, a posição do JCVI sobre a segurança e eficácia da vacina tríplice viral é um excelente exemplo disso, quando o grupo ignorou estudos legítimos sobre a vacina tríplice viral em favor dos estudos apoiados pela indústria farmacêutica como o infame Cochrane Review 2005, que tecnicamente não prova nada sobre a alegada segurança da vacina tríplice viral, porque os 31 estudos que avaliaram nem sequer alcançavam os critérios metodológicos básicos do grupo. “Ao longo dos anos, o JCVI tem constantemente promovido a vacina MMR como segura, com base em estudos que têm provado serem irrelevante, inconclusivos, ou metodologicamente questionáveis“, explica a Dra. Tomljenovic, acrescentando que o JCVI rotineiramente escolheu a contar com estudos epidemiológicos falhos que só identificavam a “associação” em vez de “nexo de causalidade”, uma imprecisão bastante irônica à luz de como a indústria das vacinas tipicamente examina minuciosamente os estudos que contradizem suas próprias posições. O revelador estudo de 45 páginas explica ainda como os calendários vacinais foram estabelecidos através da minimização calculada de preocupações com a segurança da vacina e de super-estimar os benefícios da vacina, a promoção de perigosas novas vacinas na programação infantil através do engano, o desencorajamento de estudos de acompanhamento de segurança das vacinas e a lavagem cerebral generalizada do público por meio de manipulação e truques.
E aí, será que são todos estudos e pessoas que vivem a “teoria da conspiração”, ou será que a realidade é chocante realmente e os estudos feitos não aparecem (e são milhares, só trouxe a vocês alguns poucos) porque existe toda uma cadeia lucrativa que depende disto? O tema fica aberto para sua reflexão…

Dr. Vitor Sorrentino

São Jorge




"Eu andarei vestido e armado com as armas de são Jorge.

Para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem
Tendo mãos, não me peguem,tendo olhos não me vejam...

E,nem 
pensamentos possam me fazer mal.
Armas de fogo o meu corpo não alcançarão ,facas e lanças se quebrem;sem meu corpo tocar,cordas e correntes se arrebentem;sem o meu corpo amarrar.
Jesus Cristo ,me proteja e me defenda com o poder da sua Santa e Divina Graça .
Virgem de Nazaré me cubra com seu manto sagrado e divino,protegendo-me em todas as minhas dores e aflições .
Deus na sua infinita e Divina Misericórdia e grande poder.
Seja meu defensor contra as perseguições dos meus inimigos."
São Jorge 

Desenho de Demóstenes Vargas Filho
Bordados Matizes Dumont

terça-feira, 5 de maio de 2015

Elixir de Aloe Vera - Frei Romão Zago

babosa, também conhecida como aloe, é rica em nutrientes, como lignina, saponinas, minerais, cálcio, potássio, magnésio, zinco, sódio, cromo, cobre, cloro, ferro, manganês, betacaroteno (pró-vitamina A), vitaminas B6 (piridoxina), B1 (tiamina), B2 (riboflavina), B3, E (alfa tocoferol), C (ácido ascórbico), ácido fólico e colina.
Essa riqueza de nutrientes é que confere à babosa um enorme poder decura, sobretudo em doenças imunológicas, como câncer. Além disso, ela cura e previne quase todas as doenças, pois renova todo o sistema imunológico. 
Também é indicada para diabéticos, uma vez que equilibra a glicose e pode até curar tal doença.
A babosa também é indicada para os doentes de aids, pois fortalece o organismo.

RECEITA DE FREI ROMANO ZAGO
Esta receita contra o câncer foi divulgada por frei romano Zago.

Para fazê-la, o melhor tipo de babosa é a Aloe arborescens (veja a foto), que é mais fina e contém pouco gel, tendo em vista que mais de 90% das propriedades medicinais da babosa estão na casca.


Aloe arborescens
Você também pode usar a Aloe barbadensis (veja a foto), mas retire 80% do gel antes do preparo.

Aloe barbadensis

Antes de colher a babosa, observe o seguinte:
  • O pé da babosa deve estar plantado de 3 a 5 anos no mesmo local, pois nessa condição ela estará bem forte, com seus princípios ativos em melhores condições para a cura sobretudo do câncer.
  • Colha a babosa quando não estiver chovendo no mínimo há três dias, pois a terra muito úmida e o contato da babosa com a água fazem com que ela estrague mais rápido. Se isso não for possível, faça a receita e conserve-a na geladeira.
  • Colha a babosa preferencialmente à noite, ou pela manhã bem cedo, antes de o sol nascer, pois ela não deve entrar em contato direto com a luz do sol nem com luzes artificiais.
  • Ao manipular a babosa, passe apenas um pano úmido para limpá-la e retire os espinhos com o auxílio de uma faca. Não acenda a luz do local onde for prepará-la. Acenda a luz de um cômodo próximo ou use vela.
  • No período em que a babosa estiver florescendo, não a utilize, pois ela estará com seus princípios ativos alterados, uma vez que precisa alimentar as flores.
Como fazer
  • 400 g de babosa
  • 500 g de mel de abelha puro
  • Uma dose de bebida destilada (conhaque, aguardente, uísque)
Coloque todos os ingredientes no liquidificador e processe bem por cinco minutos. Não precisa coar. Coloque em uma garrafa escura e guarde na geladeira. 

Dosagem
  • Antes de tomar, agite bem a garrafa.
  • Tome duas colheres de sopa em jejum, assim que acordar pela manhã; duas colheres de sopa 10 minutos antes do almoço e duas colheres de sopa antes do jantar ou antes de dormir.

OBSERVAÇÕES
  • É normal ocorrer uma pequena disenteria, pois a babosa regula as funções intestinais. Isso não faz mal. Nesse caso, basta comer banana-prata.
  • Quem sofre de câncer pode repetir esta receita quantas vezes achar necessário ou até que a doença desapareça.
  • Quem não sofre de câncer deve dar uma pausa de trinta dias entre uma receita e outra.
  • Se o mel for puro, segundo Frei Romano, não fará mal aos diabéticos. Mas, se tiver receio, retire-o da receita. Tome pura e em seguida beba suco de fruta para retirar o gosto amargo da babosa.
  • A bebida destilada é importante para a conservação da receita, mas pode ser retirada ou substituída por álcool de cereais.

Alimentação Desintoxicante - Sucos que são uma refeição líquida, por Conceição Trucon

Trata-se de receitas da Alimentação Desintoxicante, cuja principal ação é “aliviar” e acordar de forma intensa, todos os 5 sistemas excretores: intestinos, fígado, pulmões, rins e pele.
Estes sucos apresentam elevado poder desintoxicante e devem ser tomados frescos (recém preparados) em jejum, logo ao despertar. Depois é preciso aguardar um mínimo de 30 minutos até a refeição matinal. O propósito é que a “ação faxina” a que eles se propõem seja realizada com o organismo vazio (em jejum) e sem interferências digestivas, motivo pelo qual estão na forma líquida.
Sucos das Famosas na RedeTV
E, para uma ação mais intensa, tipo tratamento intensivo, o ideal é tomar 3 sucos/dia, sendo o primeiro em jejum e os 2 demais:
- Para emagrecer (*): 1 copo de suco desintoxicante 30 minutos antes das refeições principais.
- Para fortalecer o sistema imunológico e a vitalidade: 1 copo de suco desintoxicante no meio da manhã e outro copo no meio da tarde.
Desta forma serão tomados 3 sucos/dia, ou seja, um pontapé para a conquista de mais saúde e um organismo mais feliz.
Bem, para que estes sucos sejam poderosamente desintoxicantes e terapêuticos é fundamental não colocar açúcar, não diluir muito e não coar, pois são coquetéis concentrados do poder de "deixar sair" venenos e toxinas. Mas, quando a pessoa está por demais debilitada ou muito doente, o ideal é coar, ou prepará-los na centrífuga, pois neste caso os resultados terapêuticos serão mais instantâneos. Entretanto, assim que retomar sua vitalidade, voltar aos sucos sem coar, pois as fibras fazem parte de uma nutrição saudável.
Receitas Manhã Maior - RedeTV

Suco de Maçã com Hortelã
Ingredientes: 2 maçãs com casca (sem sementes) picada + 1 colher (sopa) de linhaça deixada de molho à noite em ½ copo de água filtrada + 1 xícara (chá) de chá digestivo + suco de 1 limão + 1 xícara (chá) de folhas e talos de hortelã fresco.
Preparo: bata tudo no liquidificador e sirva imediatamente.
Suco de Caju com Manjericão
Ingredientes: 2 cajus bem maduros picados + 1 xícara (chá) de água de coco + 1/2 xícara (chá) de folhas de manjericão fresco + 1 colher (sopa) de linhaça deixada de molho à noite em ½ copo de água filtrada.
Preparo: bata tudo no liquidificador e sirva imediatamente.
Suco Bem Feliz
Ingredientes: 1 xícara (chá) de manga em cubos + 2 folhas de couve + 1 xícara de hortelã (talo e folhas) + 1 colher (sobremesa) de uva passa + suco de 2 laranjas + suco de 1 limão.
Preparo: bata tudo no liquidificador e sirva imediatamente.
Suco Bem Laxante 
Ingredientes: 1 xícara (chá) de mamão-formosa picado + 1 inhame médio picado + 2 ameixas-secas sem caroço + suco de 1 limão + 1 colher (chá) de semente de erva-doce + 1/2 xícara de água de coco (ou água filtrada).
Preparo: bata tudo no liquidificador e sirva imediatamente.
Suco Bem Néctar de Uva 
Ingredientes: 1 xícara (chá) de uvas + suco de 1 limão + 1/2 xícara (chá) de água de coco + 1 colher (sopa) de linhaça deixada de molho à noite em ½ copo de água filtrada + 1 talo inteiro de funcho (erva-doce).
Preparo: bata tudo no liquidificador e sirva imediatamente.
Suco Bem Refrescante e Energético
Ingredientes: 1 xícara (chá) de melancia em cubos (com sementes) + 1 xícara de folhas e talos de hortelã fresco + suco de 1 limão.
Preparo: bata tudo no liquidificador e sirva imediatamente.
Suco Bem Molotov 
Ingredientes: 1 colher (sopa) de linhaça + 2 ameixas-secas sem caroço + 1 copo de água filtrada (ou de coco) + 1 colher (sobremesa) de mel ou melado de cana + 1 pêra ou maçã picada com casca (sem sementes) + 1 fatia de mamão-formosa picado.
Preparo: deixe a linhaça e a ameixa de molho na água por toda a noite. Pela manhã bata tudo no liquidificador e sirva imediatamente.
Bem Lanchinho
Ingredientes: 1 maçã picada (sem semente, com casca) + 1/2 xícara (chá) de água de coco + suco de 1 limão + 1 colher (chá) de mel ou melado de cana + 1 colher (sopa) de aveia integral em flocos + 2 colheres (sopa) de grão de trigo integral deixado de molho em água filtrada por 8 horas.
Preparo: bata no liquidificador a maçã com a água de coco e o suco de limão. Despeje numa tigela. Acrescente o mel, a aveia e o trigo pré-germinado. Misture e sirva imediatamente.
(*) Neste caso é indicado fazer uso de chá digestivo e desintoxicante tanto no preparo dos sucos, como substituto de água ao longo do dia, pois a obesidade é um sintoma claro de má digestão. 

Sucos Desintoxicantes II
Cenoura e salsa: 2 cenouras - 1 limão inteiro (polpa e raspas da casca) - suco de 1 laranja - 2 talos de salsão - ½ maço de salsa (talos e folhas). Opcional: substituir as raspas da casca do limão por 3 gotas de óleo essencial extraído da casca do limão.
Benefícios: o alto teor de sódio atua no combate ao envelhecimento da pele e ajuda na eliminação de toxinas. Ingerido com freqüência, auxilia as funções dos rins, ajuda a dissolver cálculos renais e a prevenir hepatite. Age também como diurético natural.
Maçã e brócolis: 2 maçãs - suco de 1 laranja - 1 limão inteiro (polpa e raspas da casca) - 2 folhas de brócolis - 2 hastes com flor de brócolis. Opcional: substituir as raspas da casca do limão por 3 gotas de óleo essencial extraído da casca do limão.
Benefícios: tem grande quantidade de minerais e substâncias antioxidantes, que evitam a formação de radicais livres, ajudando a diminuir os efeitos do envelhecimento e o aparecimento de doenças degenerativas, como o câncer. Age também como auxiliar na prevenção de anemia.
Couve e cenoura: 4 folhas de couve - 4 cenouras - 2 maçãs - 2 tangerinas - 1 limão.
Benefícios: rico em minerais e vitaminas do complexo B, auxilia na prevenção do câncer, facilita o metabolismo das proteínas, carboidratos e lipídios, além de ser um agente antiestresse natural. Ajuda também a melhorar a aparência da pele do rosto.
Refrescante: 1 tomate grande maduro e picado - meio pepino picado - 1 talo de aipo ou salsão picado - suco de 1 laranja - suco de 1 limão. Este suco pode ser temperado com molho shoyo e ser transformado num delicioso suco mata-fome.
Benefícios: o pepino é um agente refrescante natural, perfeito para os dias de calor. Ajuda a diminuir o inchaço causado pela tendinite. Também é indicado para quem tem queda de cabelo e precisa fortificar os fios.

Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para alimentação natural, bem-estar e qualidade de vida.
Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações e citadas a autora e a fonte: www.docelimao.com.br

Suchás chás turbinados, hidratantes e saborosos

Suco + Chá = Suchá

Os suchás são uma mistura de sucos de frutas e ervas frescas com a infusão de plantas medicinais.
A combinação de “chás” com sucos pode ser uma alternativa refrescante para encarar o verão, com o plus de ser saborosa e ter ação desintoxicante.
E, se você quer usufruir os benefícios dos chás mas não aprecia alguns sabores, uma boa alternativa poderá ser um Suchá bem aromático e  refrescante.
A toma diária dos Suchás irá mobilizar aquelas toxinas acumuladas no organismo, causadas pela má nutrição, desidratação, disbiose intestinal, estresse metabólico, etc.; vai saber. Ou pode ser mesmo uma forma de se hidratar bem divertida e saudável.
Lembrando que esse acúmulo de toxinas a longo prazo provocam alterações hormonais, ganho de peso, envelhecimento precoce e até aumento do risco de lesões em esportistas e atletas, afirma Priscila Di Ciero, especialista em nutrição esportiva funcional.
Confira as combinações interessantes sugeridas abaixo que irão ajudar no processo de limpeza e alívio do organismo, assim como hidratá-lo de forma nutritiva, colorida, aromática!
Como preparar CHÁS de Ervas
  • Ervas frescas: produzidas no quintal, em vasinhos ou compradas na feira.
  • Ervas secas: procure fornecedores idôneos e o mais frescas possível. Observe a validade nas embalagens. Não use aqueles chás de saquinhos que foram PULVERIZADOS, pois certamente estão oxidados.
Formas de preparar Chás de Ervas
Estes chás podem ser consumidos como chá morno, frio ou geladinho. Podem ser usadas 1 ou mistura de ervas. Podem ser usados no preparo dos Suchás ou também no preparo dos Sucos Desintoxicantes.
- SOLARIZADO: pode ser preparado somente com ervas frescas
Colocar a água filtrada numa garrafa ou jarra (recém higienizada) de vidro transparente e incolor que tenha tampa (bem higienizada). Acrescentar raminhos  inteiros (ou previamente macerados) da erva que desejar.
Levar a garrafa para local limpo, ventilado e bem ensolarado. Deixar tomando SOL (solarizando) por mínimo 1 hora. Pegar a porção que desejar servir e voltar com a garrafa para o SOL. Repita esta operação até acabar o chá do dia. No dia seguinte começar tudo da etapa zero: nova higienização, nova água, nova erva.
 
- INFUSÃO: podem ser usadas ervas frescas e/ou secas
Colocar a água filtrada numa panela (bem higienizada) de vidro refratário (ou de ágata). Acrescentar a água filtrada e ligar o fogo. Quando observar as primeiras formações de bolinhas de ar no fundo da panela, desligar o fogo. Acrescentar a erva escolhida (ver dosagens abaixo) e tampar por uns 10-15 minutos para permitir que a água amornada faça a extração dos ativos da planta. Tome o chá morno ou frio. Não precisa colocar na geladeira. No dia seguinte começar tudo da etapa zero: nova higienização, nova água, nova erva.
Dosagens indicadas: quantidades para cada erva ou mistura prévia das mesmas.
Ingredientes
Adulto (> 12 anos)
Crianças 1 a 12 anos i
Água filtrada
1 litro
1 litro
Cada Erva fresca
4 - 8 colheres sopa
2 - 4 colheres sopa
Cada Erva seca
2 - 4 colheres sopa
1 - 2 colheres sopa
(i) Para crianças até 1 ano use 1 colher chá/500 ml de água. As ervas indicadas para esta fase etária são: hortelã, camomila (flores secas), erva cidreira, capim limão ou melissa.
Sugestões de Receitas de Suchás...
Para seu preparo basta bater no liquidificador a infusão com os demais ingredientes e servir numa jarra bem bonita!
Suchá de Hibiscus com Capim Limão & Limão
  • 500 ml de infusão de Flor de Hibiscus (confira aqui locais de venda)
  • Suco fresco de 1 limão médio
  • 3 colheres (sopa) de capim limão fresco picado
  • Cubinhos de gelo a gosto
Suchá de Hibiscus com Erva-Doce & Maçã
  • 500 ml de infusão de Hibiscus com Erva-Doce
  • Suco de 2 maçãs passadas pela centrífuga ou descascadas e batidas junto com a infusão no liquidificador)
  • Cubinhos de gelo a gosto
Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para alimentação natural, bem-estar e qualidade de vida.
Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações e citadas a autora e a fonte: www.docelimao.com.br